Família, uma palavra bonita de falar, de pensar, ao vermos já pensamos em uma bela família reunida, todos alegres, mas muitas vezes não é bem assim, a realidade é outra, existe muitas famílias com problemas, desestruturadas, passando por várias e várias necessidades.
Quando observamos aquela imagem, percebemos que essa família é umas dessas, a qual não tem nem mesmo onde morar, o que vestir e principalmente o que comer que passa por dificuldades todos os dias, que corre o risco de perder um amigo ou membro familiar. O que parece é que ela já perdeu e está na praia para pensar um pouco naquela pessoa querida, chorar um pouco, desabafar.
Pode ser também que elas estejam ali para morar, pois alguém deve ter acabado com sua moradia, com sua esperança de viver, devem ter destruído o resto de felicidade que ainda lhe restava, para beneficiar alguém que já tem demais, e que podia até mesmo ajudar essa família necessitada.
Emigração é a saída espontânea de pessoas de uma região para outra de um mesmo país ou de um país para outro. A emigração de brasileiros significa algo novo para um país formado historicamente como área de destino para imigrantes. Essa transição representa um fato social e político que vem sendo progressivamente reconhecido.
A emigração é um movimento populacional muito comum na história. Ela ocorre por diversos motivos, sendo que os principais são: busca de melhores condições de vida, procura de emprego, fuga de uma área de desastre natural ou existência de guerras. Os emigrantes costumam buscar regiões com alto índice de urbanização, pois procuram boas condições de vida (emprego, educação, saúde, etc).
Antigamente as emigrações eram bem mais fácil apesar das dificuldades, mas hoje em dia está cada vez mais difícil e com mais dificuldades, precisando de visto e autorização para entrar e outros países, quem não consegue acabam entrando de forma ilegal, fugindo da policia e fiscalização o que torna a sua vida muito mais difícil e prejudicando sua vida profissional.
Ao Excelentíssimo Prefeito Edmilson Correia de Vasconcelos Júnior
Prezado Senhor,
Eu, Maria de Lourdes, moradora do bairro Conjunto Esperança, venho por meio de esta carta solicitar o pedido da coleta de lixo em meu bairro, pelo menos três vezes na semana. Os moradores estão fazendo das ruas e terrenos de deposito de lixo, o que traz várias doenças e outros problemas no período de chuva, sem contar com o mau cheiro.
Para que nós moradores do Bairro Conjunto Esperança tenhamos uma vida mais saudável, sem esses problemas e possamos ter um espaço melhor de convívio, peço, portanto, que a coleta do lixo venha até o meu bairro três vezes na semana.
Sem mais, agradeço desde já a atenção e coloco-me à disposição para qualquer duvida.
O conto “O Enfermeiro” é uma obra de Joaquim Maria Machado de Assis nasceu em 21 de junho de 1839, no Rio de Janeiro. Era escritor, colunista e autor de muitas obras como Crisálidas (1864), Helena (1876), Quincas Borba (1891), Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881) e muitos outros. “O Enfermeiro” faz parte do livro “Várias Histórias” e foi publicado em 1896. Narrado em primeira pessoa, o conto trata do último enfermeiro contratado pelo rabugento coronel Felisberto.
A história acontece em 1860, no mês de agosto, e, conta a história do enfermeiro Procópio que tinha quarenta e dois anos quando foi convidado por um padre para cuidar de um velho coronel que padecia de várias doenças. Chegando à vila, teve más notícias do coronel como insuportável, exigente e outras coisas como “gastava mais enfermeiros que remédio”, mas, isso não o intimidou, e respondeu que não tinha medo de gente sã, menos ainda de doentes.
O coronel não o recebeu mal e, durante uma semana, viveram uma “lua de mel”, depois disso, começaram os mal-tratos. Procópio cuidava muito bem dele e encarava tudo com mansidão e atribuía tudo às moléstias que ele sofria. Com o tempo, os mal-tratos foram aumentando e, na mesma proporção, a paciência de Procópio ia diminuindo. Era chamado de burro, camelo, pedaço d`asno, moleirão fora as bengaladas que levava. Um certo dia, enquanto dormia, recebeu uma moringa na cabeça atirada pelo Coronel Felisberto e então perdeu a cabeça e agarrou em sua garganta, apertou e, quando notou, o havia matado. Pensou em fugir mais seria como confessar o crime. Vestiu o corpo cobrindo toda a garganta e conseguiu que passasse o velório e o enterro sem que ninguém descobrisse nada, então, voltou para o Rio de Janeiro e lá tinha um comportamento triste e melancólico por causa do peso na consciência que carregava. Todos achavam que ele estava triste pela morte do velho e até diziam para ele esquecer e tocar sua vida pra frente.
Depois de algum tempo recebeu uma carta do vigário dizendo que o testamento do velho foi encontrado e ele era o herdeiro universal. O primeiro pensamento de Procópio foi que haviam descoberto o crime e era uma cilada para o pegarem, mas, o vigário não serviria de instrumento para isso, então, descartou essa possibilidade. Resolveu ir até a vila receber o prêmio com o pensamento de doá-lo todo aos pobres como meio de resgatar o crime com um ato de virtude.
Quando chegou a vila, vieram muitas pessoas o cumprimentar e elogiar a toda a paciência e bondade com que tratou o velho coronel. Procópio tentava apontar algumas virtudes, mas as pessoas sabiam muito bem que o velho não era nada disso e diziam que ele era o diabo. De tanto ouvir defeitos e críticas ao coronel, o peso na consciência foi se desfazendo e a idéia de doar toda a herança Procópio considerou que era afetação. Doou algum dinheiro, levantou um túmulo de mármore ao coronel e ficou com o restante, e, com o tempo, toda aquela imagem de terror foi se desfazendo e Procópio conseguiu, enfim, continuar sua vida quase normal, pois, de vez em quando, a imagem do velho lhe vinha na memória.
Este conto é um clássico, que Machado de Assis consegue descrever o comportamento humano e segurar a atenção criando expectativas de como será finalizada a trama e conseguindo dar um final muitas vezes inesperado pelo leitor.O conto tem algumas dúvidas e polemicas que o tornam cada vez mais interessante, pois serve também como objeto de estudo de várias disciplinas como Psicologia, Português e outras.